O que é preciso fazer para nos diferenciarmos da concorrência? Porque razão os clientes devem fazer negócio com uma determinada empresa e não com a sua concorrente? Estas são algumas das perguntas que os empresários de hoje se colocam e cuja resposta é o caminho para o sucesso das suas empresas.
O sector do mobiliário viveu, durante a década de 90, uma fase de crescimento. Nessa altura tudo o que se fabricava se vendia, mas hoje os tempos são outros. Conhecer e analisar a concorrência tornou-se um imperativo para todas as empresas que queiram manter-se activas no mercado e detentoras de vantagem competitiva nos produtos e serviços que comercializam.
O caminho a seguir passa pela definição da “Proposição de Valor Único” que não é mais do que definir e comunicar, aos clientes, a razão ou razões porque devem escolher uma determinada empresa, os seus produtos e os seus serviços e não os da sua concorrência. Algumas das componentes em que a empresa pode especializar-se são a qualidade, a rapidez, o preço, o serviço e a inovação. Depois de definido o factor diferenciador da empresa é muito importante que a “Proposição de Valor Único” corresponda na íntegra ao que foi apresentado ao consumidor, para que as expectativas que lhe foram criadas não saiam defraudadas.
O fim último de uma empresa é satisfazer o cliente, conduzir as suas acções de forma a que, ao adquirir o seu produto ou serviço, satisfaça as suas necessidades. Para que tal aconteça o empresário não só tem de ter em conta todas as alterações do meio, como as acções da concorrência e a evolução do comportamento do consumidor. Um bom vendedor não denigre ou subestima o produto concorrente, apresenta sim as diferenças e benefícios reais dos produtos que representa.
Face à acérrima concorrência que o sector do mobiliário tem vindo a enfrentar nacional e internacionalmente, os empresários de hoje devem procurar ser proactivos e não reactivos face à concorrência e não esperar que seja ela a ditar o caminho. |